Relatório do Avançando na Prática TP1. Pág 65.
Variantes linguísticas: desfazendo equívocos
O Avançando na Prática em estudo propõe o trabalho de dois textos, um ligado a realidade,que expõe idéias, de linguagem formal; outro que conta uma história (literário),de ficção, que apresenta uma linguagem mais informal, ambos tem como tema a questão do divórcio. A minha ideia a princípio era trabalhar com a turma a norma culta, o primeiro texto serviria de exemplo para o uso da norma culta e o outro serviria para mostrar em contrapartida a distinção entre linguagem formal e informal. No entanto, achei que antes de trabalhar a norma culta seria imprescindível trabalhar o conteúdo do TP1 desde as variantes linguísticas: dialetos e registros. Então fiz um cartaz mostrando os dialetos do português e expliquei o conteúdo ali abordado, dando aos alunos também uma noção do que é registro, sempre procurando contextualizar as exemplificações e um outro cartaz em que pudemos ler e comentar a importância de se utilizar a norma culta, inclusive ressaltando que aprender a norma culta é ter mais uma opção de uso da língua em determinados ambientes e momentos. Eu havia antes xerocado para a turma um dos textos que ganhei em uma das oficinas do GESTAR II, mostrando alguns dialetos regionais ,tratava -se de mostrar as falas de um assaltante nordestino,outro mineiro,o gaúcho,o carioca, o baiano e o paulista. Lemos juntos. A turma gostou muito desse texto, colaram-no caderno de português, junto a uma outra xerox que preparei, que montei; em uma folha os dois textos: Por que seus pais estão se divorciando (formal) outro apresentando traços de informalidade de Ziraldo, O Menino Maluquinho (literário).
Lemos os dois textos confrontando esses dois aspectos: o da linguagem formal e informal. Os alunos gostaram do tema. Em seguida eu havia xerocado a atividade 4 da pág. 63 e 64 (montei-as em uma única folha) e entreguei-a para a turma. A turma em geral não teve maiores dificuldades, no entanto, alguns alunos talvez por acomodação ou por não compreender o enunciado, queriam que eu interpretasse as questões para eles,foi quando aproveitei e falei sobre a importância deles procurarem já a interpretar os enunciados o que é fundamental na vida escolar deles, para a vida, enfim. Não tiveram maiores dificuldades em identificar a ideia central contida nos cinco parágrafos do texto e as demais questões quando sentiam dúvidas, eles me perguntavam e eu os explicava . Sobre o texto houveram opiniões distintas como:
“ Os pais devem conversar e tentar resgatar o casamento.Todos têm uma chance.”
Deyse
“ Sim, porque todos têm o direito de ser feliz.”
Thiago
Quando lhe foi perguntado sobre o divórcio.
Nossa aula foi bem produtiva!
Ana Cláudia Ramalho de Lucena
Escola Ana Faustina

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